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Tipos de fomes: qual é a sua?

Fome!


Quando você vê ou ouve esta palavra, a primeira ideia que surge a sua cabeça é a de um convite irresistível? Afinal, comer é tido por um grande número de pessoas como um dos maiores prazeres da vida, que provoca uma agradável sensação de bem estar. Sentir fome e, consequentemente, comer é uma necessidade natural.





Mas você sabia que nem toda a fome é igual?

Por que sentimos fome?


Do ponto de vista fisiológico, sentimos fome quando o cérebro reconhece algumas mensagens que servem de alertar que o nosso organismo precisa se reabastecer. Nosso corpo funciona como uma máquina e, como tal, precisa de combustível para funcionar. Esse combustível nada mais é do que os alimentos que ingerimos. E, simplificando, a fome nos avisa que a energia fornecida na refeição anterior já foi utilizada ou não está mais disponível. Logo, precisamos nos alimentar novamente. Mas, apesar do alarme, nosso organismo está longe de correr perigo, pois sempre guardamos alguma reserva energética. E, por incrível que pareça, um indivíduo adulto e saudável poderia aguentar alguns dias sem alimentos sem a ocorrência de grandes danos, desde que beba água.

E será que toda a fome é fisiológica?

A resposta: NÃO!



Existe também outro tipo de fome, conhecida como fome emocional.


Fome fisiológica vs. Fome Emocional: Qual é a diferença?


Quando se trata de saúde e bem estar, devemos considerar os fatores fisiológicos (orgânicos) e emocionais (psicológicos) da fome. Eles se interligam profundamente, e ambos exercem grande força na nossa rotina. Há momentos em que a fome surge devido a determinados horários e circunstâncias, como no caso do horário de almoço ou até mesmo após a realização de uma atividade física intensa. E há também aqueles momentos em que simplesmente não se tem fome, mas existe uma vontade irresistível de comer. Mas como saber identificar qual o tipo de fome que estamos sentindo? Afinal: É fome ou vontade de comer?


Fome Fisiológica: A fome fisiológica é aquela que surge e aumenta devagar. O indivíduo deseja comer, mas não estabelece um alimento específico. O seu estômago lhe transmite sensações de desconforto, “vazio” ou até mesmo “faz barulhos”. Com o passar do tempo, se não se alimentar, pode haver alguma fraqueza física, irritação e até dores de cabeça. Este tipo de fome aparece depois de aproximadamente 2, 3 ou 4 horas após a última ingestão e cessa assim que houver a ingestão de alimentos até a saciedade, que aparece quando não se está mais com fome. A fome física incentiva-nos a nos alimentarmos assim que possível, mas não nos obriga a comer de imediato.


Fome Emocional: Já a fome emocional surge de forma mais repentina, inesperada e o indivíduo sabe exatamente o que quer comer. Diferentemente da fome fisiológica, a fome emocional surge a qualquer momento e pode continuar mesmo após a ingestão de uma quantidade maior do que a necessária. Num momento nem se pensa em alimentos, mas no minuto seguinte a "fome" parece voraz. Normalmente, nesses casos o alimento é visto como uma forma de conforto ou recompensa. Muitas vezes, se ao invés de comer, o "faminto emocional" procurar outra atividade prazerosa e se distrair, essa fome emocional passa!

A fome ainda pode ser dividida em diferentes categorias como a fome visual, quando o desejo de comer parte da aparência do alimento ou da exposição ao mesmo, a fome habitual, ligada à tendência de petiscar quando se vê televisão ou ingerir bolachas quando se lê um livro, e ainda a fome comportamental, quando realizamos determinadas refeições simplesmente porque “está na hora”, num processo tão automático que nem se percebe.




Saciedade X Ansiedade


Outro fator importante que deve ser levado em consideração sobre os aspectos que envolvem a fome são a saciedade e a ansiedade.

A saciedade é processo inverso da fome, ou seja, é o momento em que o organismo avisa ao cérebro que recebeu a quantidade de nutrientes desejados e necessário e que não se precisa mais continuar ingerindo alimentos.


Por outro lado, a ansiedade é um estado emocional que incita o desejo de comer, mesmo sem se sentir fome. Neste caso, os fatores associados à vontade de ingerir alimentos estão também associados a fatores psicológicos e, muitas vezes, sem qualquer ligação direta com a fome ou necessidade de nutrientes, quando estamos ansiosos, é de ALÍVIO que precisamos, o prazer de comer é só um dos meios de encontrar esse alívio. Um dos problemas provenientes da frequente ingestão de alimentos por ansiedade é que o indivíduo passa acostumar-se a aliviar momentos de ansiedade apenas com a comida, o que exige cuidados especiais de profissionais da saúde como nutricionistas e psicólogos que trabalhem com comportamento alimentar.


A fome é um alerta essencial do organismo, pois sem ela correríamos o risco de não nos alimentar. E a identificação dos diferentes tipos de fome pode nos ajudar a manter um equilíbrio biológico e psicológico, uma vez que se passa a compreendê-las e assim realizar os devidos ajustes para atender somente as solicitações necessárias do organismo.

Mas seja a fome fisiológica ou emocional, o importante é buscar a saciedade. Então, agora você entendeu um pouco mais sobre os tipos de fome, honestamente qual é o seu tipo de fome mais frequente?


Deixe seu comentário pra gente.

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